João Guilherme, bebê de 3 meses com ictiose — família busca apoio para manter o tratamento diário

Em uma semana, a família usou 250 frascos de vaselina para manter a pele dele hidratada. O ar-condicionado nunca desliga. João Guilherme tem 3 meses e a luta dele começa no próprio corpo. 💛

João Guilherme nasceu com ictiose, doença rara que faz a pele rachar e abrir fissuras. Cada banho, cada troca de fralda, cada colo exige cuidado redobrado. A família luta todos os dias para manter o tratamento.

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— Jesus (Mateus 19:14)

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Os gastos com o tratamento do João passam de R$ 6.000 por mês e não param. A família precisa de apoio antes do dia .

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Ele nasceu pesando 1,9 kg e os médicos disseram que talvez nem ele nem a mãe sobrevivessem. Hoje está em casa — e a família faz tudo para mantê-lo bem.

Em uma única semana, a família do João Guilherme usou cerca de 250 frascos pequenos de vaselina. O ar-condicionado da casa nunca desliga — de dia, de madrugada, no inverno e no verão. A conta de energia passou de R$ 1.300 por mês.

João Guilherme tem 3 meses. Esses não são excessos — são os cuidados mínimos para manter a pele dele inteira.

Ele nasceu com ictiose, uma doença genética rara que faz a pele ficar extremamente ressecada, espessa e cheia de fissuras. Sem hidratação constante, essas rachaduras se aprofundam, causam dor e abrem caminho para infecções. A pele do João não consegue fazer sozinha o que a de qualquer outra pessoa faz sem esforço: se proteger.

Mas a história do João começou antes mesmo do diagnóstico. O parto foi uma emergência de alto risco. Ele nasceu pesando apenas 1,9 kg — e os médicos disseram à família que talvez nem ele nem a mãe, Sabrina, sobrevivessem. Durante a cesárea, uma veia do útero e o canal da bexiga sofreram complicações graves, causando uma hemorragia intensa. Sabrina foi ficando num hospital tentando se recuperar enquanto João precisava de cuidados especializados em outro.

O pai, Adelir, passou 47 dias indo de um hospital para o outro, tentando estar presente nos dois lugares ao mesmo tempo, enquanto ainda cuidava dos outros quatro filhos que ficaram em casa.

Hoje, João está em casa com a família, em Constantina, no interior do Rio Grande do Sul. Os irmãos participam da rotina — ajudam a dar mamadeira, colocam a chupeta, acalmam o bebê. É uma família inteira mobilizada em torno de um bebê de 3 meses.

Mas a rotina de cuidados não tem intervalo. Cada banho precisa ser feito com atenção total para não ferir a pele. Cada troca de fralda é um procedimento delicado. Até pegar o João no colo exige cuidado. O ambiente precisa ter temperatura controlada o tempo todo — calor, vento e poeira pioram as fissuras.

"Os médicos disseram que os órgãos dele são saudáveis", conta Sabrina. "A luta está na pele. E com o tratamento certo, ele pode crescer."

O problema é o custo. Os gastos mensais com os cuidados do João passam de R$ 6.000. Só de hidratantes e vaselinas. Mais a conta de energia. Mais as viagens frequentes até Porto Alegre para consultas com especialistas. O carro da família não tem ar-condicionado adequado — e expor João ao calor durante uma viagem longa não é opção.

Essa vaquinha existe para garantir que o João continue tendo os cuidados que precisa: os hidratantes, o ar-condicionado, as consultas, o transporte seguro — e a tranquilidade para que a família possa olhar para frente.

Uma doação de qualquer valor — R$ 20, R$ 50, R$ 100 — somada à de centenas de pessoas é o que sustenta essa rotina. E se hoje não der para doar, compartilhe. A história certa, chegando à pessoa certa, pode ser o que falta.

Imagine o João daqui a alguns anos — com a pele controlada, brincando com os irmãos, indo à escola. Os médicos dizem que isso é possível. O que ele precisa agora é de uma família que consiga sustentar o tratamento. E de pessoas como você.

Sua doação vai diretamente para o tratamento e os cuidados diários do João Guilherme,
acompanhada de prestação de contas transparente e atualizada mensalmente.

Doadores Recentes

Atualizando em tempo real

    Para onde vai sua doação

    Sem você, o João pode ficar sem a hidratação constante que mantém a pele dele inteira.

    Sem você, um bebê de 3 meses segue sem o transporte seguro para as consultas que não podem faltar.

    Sem você, uma família que gasta mais de R$ 6 mil por mês não consegue sustentar o tratamento.

    Com você, o João pode ter os hidratantes e cuidados que protegem a pele dele todos os dias.

    Com você, um bebê de 3 meses ganha a chance de crescer, brincar e ir à escola.

    Com você, uma família consegue manter o tratamento e olhar para o futuro com tranquilidade.

    Para onde vai cada real arrecadado

    Atualizado mensalmente
    Item Descrição Valor
    Hidratantes e vaselinas especializadas (12 meses) Hidratação contínua várias vezes ao dia, o principal cuidado para evitar fissuras e infecções na pele do João R$ 28000
    Veículo com ar-condicionado para transporte seguro Carro adequado para levar João às consultas em outras cidades — o carro atual não tem ar e o calor agrava a ictiose R$ 35000
    Consultas e acompanhamento dermatológico especializado (12 meses) Acompanhamento contínuo em dermatologia pediátrica, incluindo viagens até Porto Alegre R$ 22000
    Conta de energia — ar-condicionado contínuo (12 meses) O ar-condicionado precisa ficar ligado praticamente 24h — a conta ultrapassou R$ 1.300 por mês R$ 16000
    Materiais de cuidado de pele (12 meses) Gazes, pomadas, curativos e materiais para tratar as fissuras que se abrem na pele do João R$ 10000
    Transporte para consultas em Porto Alegre (12 meses) Deslocamentos frequentes de Constantina (RS) até a capital para acompanhamento especializado R$ 9000
    Total R$ 120000

    * O valor arrecadado abaixo reflete a meta total dessa campanha.

    Arrecadado

    R$ 8.350

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    Mensagens de Apoio

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    • Priscila Andrade

      doou agora mesmo

      250 frascos de vaselina em uma semana. Eu li essa parte três vezes. É impossível dimensionar o que é essa rotina para a família. O Adelir passou 47 dias entre dois hospitais, sem saber se a esposa e o filho sobreviveriam. Fiz minha doação e já mandei para todo mundo.

    • Rodrigo Monteiro

      doou há 17 min

      Tenho um filho de 4 meses. Cada troca de fralda já é uma novela — não consigo imaginar cada gesto precisando ser calculado para não machucar a pele. A família toda se mobilizou, até os irmãos ajudam na rotina. Doei e compartilhei. Esse bebê merece toda a chance.

    • Vera Fontes

      doou há 3 horas

      O que me tocou foi saber que a Sabrina estava se recuperando num hospital enquanto o João estava sendo transferido para outro. Mãe e filho separados logo no início. E mesmo assim, hoje ele está em casa, cercado de cuidado. Essa família merece muito apoio. Contem comigo.

    • Dra. Camila Pacheco

      Dermatologista pediátrica

      A ictiose é uma das condições mais exigentes em termos de rotina de cuidados — hidratação constante, controle de temperatura, proteção contínua. Os órgãos internos de bebês com ictiose em geral são saudáveis; o desafio está na barreira cutânea. Com o protocolo certo e suporte adequado, a qualidade de vida é real e possível. Apoiem essa família.

    Perguntas Frequentes

    A Crescendo com Amor é uma ONG registrada?

    Sim. A Ong Crescendo com Amor é uma organização sem fins lucrativos regularizada, com CNPJ ativo e documentação em dia. Todas as causas passam por verificação antes de serem publicadas.

    Como sei que minha doação vai chegar à família?

    Toda arrecadação é registrada e transferida diretamente para os custos da causa. A prestação de contas fica disponível nesta mesma página, atualizada mensalmente, com os valores já utilizados discriminados item a item.

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    Sim. O pagamento é processado via PIX oficial do Banco Central, com criptografia SSL. Seus dados pessoais não são compartilhados com terceiros e são utilizados exclusivamente para processar sua doação, conforme nossa Política de Privacidade.

    Posso fazer uma doação pequena? Vale a pena?

    Muito. Nenhuma doação é pequena demais — R$ 20, R$ 30, R$ 50 somados ao de centenas de pessoas é o que move uma campanha inteira. Se não puder doar agora, compartilhar já ajuda muito: a história certa chegando à pessoa certa pode ser o que falta.

    E se a meta não for atingida?

    Todo valor arrecadado é repassado à família ou causa, independentemente de a meta total ser alcançada. Cada real já faz diferença concreta — paga uma consulta, uma sessão de fisioterapia, um mês de medicamento.

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